Por favor alguem me ajuda,não consigo ver as notas em que clico, não aparece,e não consigo nem apagar,aumentar ou diminuir,tá quase impossivel continuar assim
A beleza da democracia: Enquanto um lado quer diminuir imposto (cigarros), o outro lado quer aumentar. Ambos dizem que agem pela saúde do povo. Diminuir impostos diminui o (já bilionário) contrabando. Aumentar impostos diminui o acesso ao produto legal, não o do contrabando.
Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, falou uns meses atrás que estão sendo feitos estudos para ver se vale pena DIMINUIR os impostos do cigarro/tabaco. A ideia é que, se o produto "legal", por Lei sancionada por Dilma, tem preço mínimo definido pelo congresso (R$ 5,00) e a carga tributária incidente sobre um maço de cigarros é de até 83% conforme decreto da Dilma em 2016, é fácil perceber que o custo total de um um maço (matéria prima + produção + logística + lucro do fabricante + lucro do revendedor final) é muito baixo, cerca de R$1, já que é vendido a R$ 5 dos quais 83% é imposto!!! Desta forma, o preço de venda do cigarro em relação ao custo total tem "ágio" de uns +400%. Por esse motivo, há grande interesse de quadrilhas de contrabandistas. Eles compram toneladas de maços de cigarros falsificados (e ainda mais cancerígenos que os originais) lá do Paraguay, que ninguém sabe de onde vieram, a um custo baixíssimo, míseros centavos de real por maço, e podem tranquilamente lucrar muito mais de 400% em cima de cada maço vendido, e ainda assim é um valor super atrativo para o consumidor, especialmente o de baixa renda. Ou seja, quem "arrecada os impostos" é a quadrilha de contrabando, não é o governo. É dinheiro sujo, em espécie (cédulas) e portanto, é também dinheiro que pode ser usado para lavar dinheiro mais sujo ainda, de doleiros ou de cripto-propina, por exemplo. Do outro lado do espectro ideológico, o senador Humberto Costa do PT apresenta projeto de lei para AUMENTAR a tributação de cigarros e afins criando um novo imposto, batizado de CIDE-tabaco. Curiosamente, ele fez isso poucos meses depois do anúncio de Moro da possível diminuição de impostos para reduzir a atratividade do contrabando dominado por grandes quadrilhas bilionárias. Mas deve ser só coincidência. O fato de ele já ser deputado federal por vários mandatos, já teve mais de década pra apresentar essa ideia de imposto novo "para a saúde" também deve ser só coincidência, né? Porque antes com a Dilma a saúde tava uma maravilha: nunca antes faltou dinheiro pra saúde, não precisava de imposto novo "para a saúde". Mesmo na recessão econômica que o partido dele criou quando era governo. Mas agora, do alto do altruísmo que lhe é peculiar (sqn), ele decide ajudar as contas públicas do governo ao qual ele é oposição. Propõe uma Lei Federal que estabelece a alíquota e tudo, mas o dinheiro vai para estados e municípios sem passar pelo governo federal, sem regra clara de quanto vai, pra onde vai, nem como vai. Ou seja, quase um contrabando também, mas é um contrabando "legal", que aumenta o contrabando ilegal que já movimenta bilhões ao ano e está intimamente ligado com contrabando de armas e lavagem de dinheiro sujo. Além de vender cigarros de baixíssima qualidade, que ninguém sabe de onde veio o tabaco - isso se realmente for tabaco - desses cigarros. Mas o imposto novo é para arrecadar dinheiro pra saúde, tá? Essa parte da correlação entre carga tributária do "legal" e contrabando do "ilegal", para a surpresa de ninguém, é totalmente ignorada no projeto de lei do senador do PT. Afinal, na narrativa da esquerda, certamente o Moro é malvado, um verdadeiro diabo, ele só quer que o pobre fume mais pra morrer mais cedo, de preferência antes de se aposentar. Que bom que o PT tá aí pra não permitir isso. Assim como o PT impediu que a bandidagem - contrabandista ou não - tomasse conta do país (sqn) Fontes: https://www.infomoney.com.bconsumo/moro-explica-por-que-o-governo-quer-reduzir-impostos-do-cigarro/ https://www12.senado.leg.bnoticias/audios/2019/07/projeto-cria-novo-imposto-para-cigarro https://www.inca.gov.bobservatorio-da-politica-nacional-de-controle-do-tabaco/precos-e-impostos
Olhar os comentários nas postagens do Bolsonaro no Facebook mostram que o Brasileiro não quer um presidente mas sim um salvador da pátria que resolva tudo em uma canetada. Querem manter a previdência, diminuir a gasolina,diminuir os impostos e o preço do gás e aumentar o salário.
Quando será que o Brasileiro vai aprender que não existe salvador da pátria e que dar uma canetada não ajuda e só piora?
O salário mínimo não deveria aumentar, mas sim diminuir.
É um erro aumentar o salário quando não se aumenta a produtividade. Simplesmente tudo ficará mais caro por causa desse erro. Se bem que eu não gosto de chamar salário mínimo de salário mínimo, uma vez que o salário mínimo real é zero. Salário mínimo é como ficou chamado a quantidade mínima de dinheiro que alguém precisa produzir para ser empregada.( No caso do Brasil, você multiplica esse valor por dois). Absurdos como salário mínimo, piso salarial deveriam desaparecer. Piso salarial funciona assim: Não importa o quão ruim você seja, menos do que aquele valor você não receberá. Por isso que os concursos estão exigindo cada vez mais conhecimentos diversificados, uma vez que já que é pra pagar a algum uma quantidade maior do que o serviço que ela presta vale, vamos exigir dessa pessoa conhecimentos que vão além da função dela, para que possamos de alguma forma justificar o salário dela.
Corsi digitali al femminile: riduzione del gender gap o aumento delle differenze?
Buongiorno a tuttə! Mi è venuta l'idea di scrivere questo post dopo aver visto numerose volte un ad su youtube, quello di SheCodes; oggi ho visto per caso anche questa iniziativa, Diventare Donne Digitali. Vorrei parlarne con voi perché non capisco quale opinione io abbia di queste iniziative, corsi e workshop rivolti alle donne che vogliono riqualificarsi verso una carriera digitale. Vorrei riuscire a formare una mia opinione, e allo stesso tempo sentirne di diverse. Sarà un post lungo, chiedo perdono, ma mi piacerebbe molto discuterne insieme. Una premessa: Shecodes e Diventare Donne Digitali sono due iniziative differenti per certe cose, e per questo vorrei prenderle in considerazione entrambe. TL;DR: È davvero necessario creare dei corsisoloper donne? Oppure sono iniziative utili a ridurre il gender gap che si è creato nel corso degli anni, soprattutto in ambito digitale? È risaputo che molti lavori sono ancora considerati "da uomini", e non solo quelli che richiedono una discreta forza fisica: informatica e tecnologia, e soprattutto programmazione, sono settori prevalentemente maschili. Vige ancora l'idea che "Una donna che gioca ai videogiochi? Rarissima!" ma anche "Una ragazza che sa programmare? Ma quando mai." Ovviamente sono frasi stereotipate e forse esagerate, ma la questione di fondo rimane: il settore informatico non vede molte donne come dipendenti, e la prevalenza di lavoratori maschi può intimidire coloro che vorrebbero intraprendere una carriera da programmatrice o simili. La concorrenza è molto alta, ed essendo che gli uomini sono stereotipicamente considerati più bravi nella programmazione, se un uomo ed una donna con pari competenze dovessero candidarsi per il medesimo ruolo, l'uomo sarebbe preferito. Ovviamente non sarà sempre così, soprattutto in questi ultimi tempi più progressisti; pare però che sia la maggioranza dei casi. A causa di queste problematiche sono nati dei corsi di programmazione rivolti in particolare alle donne: io ho conosciuto SheCodes e Diventare Donne Digitali, ma ce ne saranno sicuramente altri. Vediamoli in breve. SheCodes:
Offre corsi a pagamento per imparare a programmare, con un primo corso gratuito.
Sono workshop online, quindi raggiungibili da chiunque.
Il progetto è stato fondato da un uomo (informazione magari irrilevante, ma magari no: anche qui sarebbe bello intavolare una discussione).
Corsi gratuiti rivolti a donne disoccupate, che hanno finito gli studi, occupate o iscritte alle liste di mobilità, che hanno perso il lavoro, o lavoratrici autonome, per aumentare le proprie competenze nel campo digitale.
Coprono molti campi.
Necessita la residenza in Emilia Romagna.
Come si può vedere le due iniziative sono differenti come approccio e costi, ma l'intento è simile: diminuire il gender gap. Il mio primo pensiero dopo aver visto SheCodes è stato: ma è davvero necessario un corso per donne? Imparano in modo diverso dagli uomini? Potrebbe indurre l'idea che le donne hanno bisogno di spiegazioni fatte in modo differente. Cos'ha di speciale rispetto ad un normale corso di programmazione generico? Se una donna volesse imparare a programmare potrebbe farlo direttamente coi corsi già esistenti invece che uno esclusivamente al femminile. Poi ho cominciato a pensare che forse hanno un'utilità: una donna che avrebbe sempre voluto programmare, ma si sente svantaggiata rispetto agli altri, può partecipare ad un corso dove è ben accetta e non discriminata a prescindere solo perché donna. Riprendo quindi la domanda iniziale: è davvero necessario creare dei corsisoloper donne? Oppure sono iniziative utili a ridurre il gender gap che si è creato nel corso degli anni, soprattutto in ambito digitale? L'intento di questo post è di raccogliere opinioni, confrontarsi e creare uno scambio di idee: ovviamente è aperto a chiunque legge, non solo le donne, ma ho deciso di aprirlo in questo sub appunto perché è al femminile, e le donne sono "l'argomento principale" di questa discussione. Grazie della lettura!
Mesmo com todos os problemas do sistema eleitoral brasileiro, eu agradeço por ele toda vez que vejo a palhaçada que são as eleições americanas.
Não que o nosso sistema eleitoral tenha trazido os melhores governantes do mundo (rs), mas alguém com mais conhecimento pode explicar se existe algo bom no sistema deles?
Eleições que não acontecem em feriados dificultando o acesso ao voto de trabalhadores (aparentemente existe obrigação legal de que os empregadores devem liberar os funcionários para votar durante determinado período de tempo, mas na realidade é óbvio que esse direito pode ser desencorajado e restringido).
Gerrymandering: o sistema de divisão de condados eleitorais parece ser bem arbitrário, e existem diversos estudos indicando um gerrymandering racial e econômico com intuito de diminuir o poder do voto de minorias raciais ou aumentar a influência de estados historicamente conservadores.
Sistema de registro e local de votação: a sensação geral que a bolha do reddit passa é que votar pra eles é um sacrifício. Existem bairros com poucos locais de votação e pouco incentivo do Estado para que as pessoas se registrem, além de filas podem ser imensas em alguns dos casos.
Voto pelos correios: não sei quanto ao mérito e segurança, mas aparentemente era um sistema utilizado há décadas e em grande quantidade (33 milhões de votos nas eleições de 2016) e que agora está sendo descaradamente restringido. Literalmente diminuindo materialmente a capacidade do Estado em apurar e coletar esses votos a poucos meses da eleição e num contexto de pandemia global.
Olá pessoal do Reddit! Deixarei aqui mais um dos meus encontros rápido. A ideia é um encontro ou aventura curta que você possa ler e estrar pronto para correr em pouco tempo, por isso "Encontro Miojo". Espero que gostem! A postagem original está no meu blog Sopa de Dado.
O calor está demais e ninguém aguenta fica de frente o fogão nessas condições. Então é dia de miojo! No encontro de hoje os bons e velhos kuo-toa aterrorizam mais uma vila desavisada. Este ficou mais parecido com uma curta aventura que apenas um encontro em si, mas ainda está no tema. Como sempre com aventuras prontas use como bem entender, mas tendo em mente que ao corrê-la para grupos maiores ou menores e em níveis diferentes o desafio pode ficar significativamente mais fácil ou difícil. Se decidir utilizar este encontro ou elementos dele peço apenas para que dê crédito ao blog e ao autor, no caso eu. A aventura a seguir é equilibrada para 4 personagens de level 3 e busca oferecer um desafio considerável. Tenha em mente que qualquer configuração diferente desta pode aumentar ou diminuir drasticamente a dificuldade do encontro. Nomes em negrito se referem a criaturas encontradas em material de D&D 5ª edição e serão seguidos por uma notação entre parênteses com o nome do livro e página em que se encontram.
Localização
Novidade! Qualquer vila ou bairro de cidade no seu cenário preferido. Desta vez não escolhi nomes para deixar mais genérico. Os preencha como quiser, o que importa é a aventura em si. Alguns locais podem ser mais específicos, como a taverna. Se necessário for faça alterações neste local, mas boa parte dos cenários devem a acomodar em algum canto sem muito problema.
Resumo
Moradores locais estão assustados com as lendas de infância tomando forma. Homens peixe caminham pelas ruas e invadem as casas para assustar as crianças, roubar as relíquias de família e envenenar a água. O CHEFE DA VILA busca os aventureiros para que eles encontrem essas criaturas e lidem com elas. Logo o grupo descobre que kuo-toas fizeram morada no poço local e, de lá, escutam atentamente sobre artefatos capturados pelas redes dos pescadores. Tais artefatos são chave para seus rituais macabros. Assim, ao ouvirem sobre mais uma estranheza retirada da lama do rio, os homens peixe se despacham para a vila em busca das peças de seu sinistro quebra-cabeças.
Recebendo a Missão
Não demora muito para o grupo ser abordado por uma figura de respeito da VILA. Esse CHEFE pede para que eles os ajudem com o problema dos homens peixe. Segundo ele, moradores tem visto homens peixe caminhar pelas ruas e invadir algumas das casas. Ninguém foi morto, ainda, mas as criaturas roubam itens e, em algumas, envenenam a água para adoecer as pessoas. Ele oferece a recompensa de 100 Pesos de Ouro para o grupo. Caminhando pela VILA, um lugar de fantasia medieval padrão, exceto pela Taverna Boca de Poço. Este bar, onde pescadores e população geral se reúnem para beber, comer e conversar, fica a céu aberto, com o vento constantemente trazendo o cheiro de peixe e carregando as fofocas do dia. O nome vêm do fato de ter sido estabelecido próximo ao poço onde a maioria das pessoas pega água e uma barraca que o dono monta e desmonta todos os dias serve de balcão para as mesas e bancos desgastados pelos elementos. Não é raro um forasteiro levar um belo tombo por não verificar antes qual banco está ou não sólido o suficiente. Neste lugar os aventureiros podem ouvir os seguintes boatos:
Homens peixe assombram as ruas e muitos dizem vê-los dentro de suas casas roubando suas coisas. A maioria dos roubados são pescadores. É a vingança por matarem os peixes do rio!
Algumas pessoas têm ficado doentes desde que começaram as aparições de homens peixe. A culpa, obviamente, é deles que envenenam a água nas casas!
Pescadores locais trazem de volta do rio itens curiosos, como pedaços de louça. Alguns os vendem, outros os exibem nas tavernas e a maioria os emolduram na sala de casa. Isso ocorre há uns bons meses já, bem antes da aparição dos homens-peixe.
PESSOA 1 e PESSOA 2 trouxeram a rede esticada hoje. Muito peixe e com certeza outras preciosidades do fundo do rio.
Os homens peixe roubaram o pedaço de louça que o pai de PESSOA 3 encontrou. Era o primeiro da vila!
A Taverna abre todos os dias, exceto no terceiro dia da semana. O que é uma pena, é o dia em que não dá para se saber de nada na cidade.
Estes boatos podem ser dados como achar necessário por qualquer NPC, importante ou não. E não necessariamente precisa ser feito no bar. A cena na taverna, porém, serve para mostrar que alí é um local onde as fofocas vêm e vão. O grupo então pode decidir por variadas linhas de ação. Responda como for necessário, mas o mais básico e provável de ser necessário é coberto aqui. Caso decidam investigar uma ou mais das casas invadidas a maioria dos anfitriões são receptivos e transmitem a informação necessária. Infelizmente não é muito, nada mais que "Eu vi os homens peixe entrando mas fiquei com medo e não intervi", "Eles saíram com minhas coisas, até a dentadura da falecida tia-avó", "Reviraram toda a minha casa, e ainda deixaram o chão todo sujo". Uma coisa em comum entre a maioria dos locais é que ou eram casas de pescadores que recuperaram pedaços de louça do rio ou de quem os comprou. Isso passou despercebido pelos moradores, tanto pelo fato de as invasões terem começado muito depois dos artefatos aparecerem e também por nem sempre o ataque ser certeiro. Muitas vezes invadiram uma casa depois da peça ser vendida ou uma que nada tinha a ver com isso. "Não teria como eles errarem, teria? São criaturas mágicas! Magia pode falhar!?" diz um dos moradores se questionado sobre esse fato. Nenhuma das casas apresenta pegadas, uma vez que muitos dias se passaram desde o último ataque. Mas, como ouviram das pessoas, uma pesca foi bem sucedida hoje. Logo, é possível que essa noite hajam ataques. Assim, o grupo pode montar rondas na casa de PESSOA 1 e 2 e aguardar pelos homens peixe. Como ouviram, estes indivíduos fizeram uma grande pesca e, aparentemente, junto vieram pedaços de louça. Os dois não se opõem à segurança particular de um grupo de mercenários. E, de fato, nesta noite uma dupla de kuo-toa (MM, 199) tenta invadir uma das casa. Caso o grupo tenha se separado apenas um deles presencia o ataque. Caso tenham escolhido por uma das casas esta é justamente a certa. Que sorte... dos aventureiros, do morador nem tanto. Se os dois kuo-toa forem impedidos de invadir o local eles tentam se esconder nos personagens e fugir para o poço; se impossível o for eles lutam até a morte. Caso consigam invadir e pegar qualquer coisa que se pareça com um dos pedaços de louça, eles fogem para o poço; se forem impedidos neste momento, mais uma vez, tentam dar perdido ou lutam até a morte. É possível seguir os rastros sem muito esforço, um sucesso em um teste de Sabedoria (Sobrevivência) ou Sabedoria (Percepção) de CD 10 é o suficiente. Na ocasião de um (ou mesmo ambos) ser capturado, ele incialmente resiste a qualquer tentativa de interrogatório, o fanatismo visível nos olhos cristalinos e arregalados. Porém nada que a ameaça certa e um sucesso em um teste de Carisma (Intimidação) de CD 15 não resolva. O capturado revela, entre ameaças de danação eterna e morte afogada para todos ali, sobre a base no poço; os pedaços de louça serem dedicados à sua deusa, a Mãe do Mar, Blibdoolpoolp; e que os sacerdotes os querem para construir um altar à ela. Ele se recusa a revelar números ou guiar o grupo e morrerá antes disso. Caso os jogadores se esqueçam, não pensem numa estratégia ou qualquer outra coisa ocorra que pareça travar a aventura um bêbado local pode falar, entre soluços de embriaguez, de como deuses antigos se vingam dos que mechem nas suas coisas e que PESSOA 1 e 2 estão condenados por terem pescado mais "daquelas coisas". Caso prefira, enquanto descansam ou discutem as pistas eles ouvem os gritos de socorro de moradores que tiveram sua casa invadida, o que colocará em movimento a busca pela dupla de kuo-toas. Se, depois da invasão ocorrer eles não tiverem nenhuma pista, o dia seguinte é um que a taverna não abre e é possível ver os rastro de pés estranhos e membranosos saindo e entrando dele. Conveniente.
Dentro do Poço
Os kuo-toa que fizeram morada no poço ouvem as fofocas através dos ecos que descem pelas paredes de pedra. Ao ouvir sobre os "pedaços de louça" eles tentam identificar quem o recuperou e vão roubá-lo durante a noite. Nem sempre têm sucesso, às vezes chegam depois de já terem vendido o artefato ou invadem a casa errada. O poço possui 1,5 metros de lado a lado e um personagem médio pode descer se apoiando nos tijolos. A umidade os deixa escorregadio e um teste de Força (atlética) de CD 10 é necessário. Caso falhe, o personagem cai 9 metros em água rasa, levando 12 (4d6) de dano de contusão. Caso usem corda, ferramentas de escalada ou qualquer outra engenhosidade para descer o teste não é necessário e o sucesso é automático. Uma abertura leva à uma caverna. A seguir há a descrição do que está presente em cada parte da "base" dos kuo-toa. Dimensões ou um mapa detalhado não fazem diferença. Faça como achar necessário ou use um mapa de sua preferência. Nenhuma das caverna possui iluminação e, graças a água presente, o lugar é considerado terreno difícil.
Primeira Caverna
A primeira sala é uma caverna pequena, onde um kuo-toa whip (MM, 200) fica sentado, de olhos fechados, ouvindo atentamente tudo o que ecoa pelo poço. Ele possui em sua cabeça uma tiara feita de espinhas de peixe e algas marinhas com uma cabeça de peixe, olhos esbugalhados e boca aberta, se projetando da parte frontal da tiara. Este é um item mágico que permite a este kuo-toa conjurar a magia Tongues 3 vezes ao dia, recarregando ao amanhecer. Ele os faz geralmente nos horários de maior movimento ou quando parecer conveniente. Ele exige attunement e pode ser obtido pelos personagens. O kuo-toa whip fica ciente da presença dos jogadores a menos que estes tenham descido sem fazer barulho algum próximo ao poço. Ele grita para seus companheiros na próxima caverna e estes chegam no segundo turno de combate. No primeiro, o whip presente conjura Shield of Faith em si e tenta atrasar os personagens se agir antes na inciativa que a maioria. Caso contrário apenas começa a atacar os mais próximos. Se os jogadores bolarem um plano que não alerte de jeito nenhum o kuo-toa whip ele estará sentado na água, de olhos fechado e prestando atenção atentamente ao sons vindo do poço. Caso queira pode pedir testes de Destreza (furtividade) com CD 16 (ou 21 se os personagens estiverem se movendo na água). Neste momento é possível despachar o kuo-toa-whip ou passar por ele até a próxima caverna. Ao ser alertado o descrito no parágrafo anterior acontece.
Segunda Caverna
Esta é maior que a anterior. Se não foram alertados e convocados para a primeira caverna, aqui estão presentes 6 kuo-toa e 1 kuo-toa whip, todos de joelhos rezando para um altar com a louça que foi partida em dezenas de pedaços e, pouco a pouco, é remontada. Substitua a cantrip Thaumaturgy do kuo-toa whip presente por Mending, que ele usa para restaurar a peça. Um ou dois destes 6 kuo-toa presentes são parte da dupla do ataque da sessão anterior caso tenham conseguido escapar. A louça é feita de cerâmica e apresenta a imagem de um torso feminino com cabeça e pinças de lagosta, uma das representações de Blibdoolpoolp. Detect Magic ou similar não revela nada na louça. Ela está quebrada, ainda faltando alguns pedaços, e o valor estimado é de 75 Pesos de Ouro. Em um dos cantos uma pilha meio submersa contém alguns itens roubados que se revelaram não ser parte da louça antiga. Pratos, xícaras, retratos pequenos e outro itens sortidos. Os moradores ficam contentes em receber de voltar as suas coisas perdidas. Tenham sido convocados pelo kuo-toa whip à primeira caverna, percebido a aproximação dos jogadores ou alertados de qualquer outra forma, esse grupo luta até a morte. O kuo-toa whip desta sala foca em conjurar Bane nos jogadores ao invés de Shield of Faith em si ou algum companheiro. Os demais atacam sem piedade os jogadores, mirando nos mais frágeis ou fáceis de acertar. As redes são usadas sempre que possível e, ao capturar algum personagem, os ataques tendem a ser focados neste. O grupo pode dar cabo de todos os inimigos presentes ou tomar uma linha de ação menos tradicional. Os kuo-toa estão dispostos a não lutarem se o trato for pelo menos um deles escaparem com a louça. Qualquer outra trégua não é aceita.
Concluindo a Missão
Se conseguirem lidar com os homens peixe e tenham provas, como os corpos ou a louça recuperada, o CHEFE DA VILA paga com prazer os 100 Pesos de Ouro e está disposto a oferecer até 50 adicionais pela louça da deusa Blibdoolpoolp. Todos ficam contentes, uma farra é dada na Taverna Boca de Poço e os ataques param. Moradores que ainda possuem pedaços da louça em casa podem estar dispostos e se desfazer pela oferta certa. Os envenenamentos não param. Nunca começaram na verdade, as pessoas apenas ficam doentes mesmo de vez em quando.
O Que Vem Depois?
Depende de você, DM!
Algum dos kuo-toa escapou com vida? Que tipo de vingança a mente louca e fanática da estranha criatura pode fermentar?
A vila agora possui uma bela obra de arte que o CHEFE faz questão de exibir. Claro que um artefato dedicado à uma deusa maligna mais antiga que os reinos não vai trazer nenhum mal...
Ou talvez a louça tenha ficado com o grupo. Aventureiros com certeza sabem cuidar desse tipo de coisa e ninguém começará a ter pesadelos estranho na noite.
Quem sabe as pessoas realmente estavam sendo envenenadas, mas nada tinha a ver com os kuo-toa.
Na pilha de tranqueiras dos moradores havia algo, um anel de certa facção, um bilhete suspeito ou um retrato de uma certa pessoa. O que o dono deste item sabre sobre isso?
Gostou da aventura? Tem alguma crítica, elogio ou sugestão? Deixe um comentário! Se tiver usado alguma ideia apresentada no texto comente aí como foi, adorarei ler como tudo se deu na sua mesa. Até a próxima.
Por: Hans-Hermann Hoppe Murray Rothbard certa vez descreveu o estado como uma gangue de ladrões em larga escala. E se você observar bem verá que há um vasto esforço de propaganda feito pelo estado e por aqueles em sua folha de pagamento — ou por aqueles que gostariam de estar em sua folha de pagamento — para nos convencer de que é perfeitamente legítimo que uma organização essencialmente parasítica viva à nossa custa mantendo um alto padrão de vida, que ela nos mate (com sua polícia despreparada), que ela nos roube com seus impostos, que ela nos convoque compulsoriamente para o serviço militar e que ela controle totalmente nosso modo de vida. A motivação fundamental daqueles que defendem o estado é saber que, uma vez na máquina pública, eles terão acesso a gordos salários, empregos estáveis e uma aposentadoria integral. Aqueles que estão fora do serviço público defendem o estado por saber que ele lhes dará vantagens em qualquer barganha sindical. Além desses cidadãos, há também empresários que defendem o estado. Estes estão pensando em subsídios e garantias governamentais, em contratos polpudos para obras públicas, em protecionismo, em regulações que afastem a concorrência, e no uso geral do governo para alimentar seus amigos e enfraquecer seus concorrentes. O estado, para eles, é garantia de riqueza. Em todo e qualquer lugar, o estado sempre se resume a ganhar à custa de outros. Não houve qualquer avanço nessa realidade. Podemos mudar as definições e alegar que, porque votamos, estamos nos governando a nós mesmos. Mas isso não altera a essência do problema moral do estado: tudo que ele tem, ele adquire através do roubo. Nem um centavo do seu orçamento bilionário (trilionário, no caso dos EUA) é adquirido em trocas voluntárias. Governos dilatados dividem a sociedade em duas castas: aqueles que dão compulsoriamente seu dinheiro para o estado e aqueles que ganham dinheiro do estado. Para manter o sistema funcionando, aqueles que dão têm de ser numericamente muito superiores àqueles que recebem. Foi assim nos primórdios do estado-nação e ainda o é atualmente. A existência de eleições não altera em nada a essência dessa operação. Nos EUA, quando lemos os documentos escritos pelos pais fundadores, notamos uma grande preocupação em relação a facções. Por facções, os fundadores se referiam a grupos de pessoas em guerra entre si para decidir quem iria ter controle sobre o bolso da população. A solução para esse problema não foi abolir diferenças de opinião, mas, sim, manter o governo em um tamanho mínimo, de forma que as vantagens de se ganhar o poder fossem pequenas. Você limita o poder de uma facção limitando o tamanho do governo. Todos os mecanismos criados pelos pais fundadores — a separação de poderes, o colégio eleitoral, a Declaração de Direitos — foram instituídos como meios de se atingir esse objetivo. Mas como foi que toda a distorção ocorreu? Como foi que os seres humanos permitiram que o estado atual existisse? Como passamos a permitir que ele nos governe dessa maneira despótica? E por que há alguns que o amam e até mesmo se inclinam perante ele, tomados por um sentimento quase religioso em relação a ele? Bem, se você pensar no argumento central a favor do estado verá que é muito fácil perceber um erro fundamental na sua concepção; e verá que é realmente um milagre que o estado tenha surgido. O argumento a favor da existência do estado é simplesmente este: há escassez de recursos no mundo, e por causa dessa escassez há a possibilidades de conflitos entre diferentes grupos de pessoas. O que fazer com esses conflitos que podem surgir? Como garantir a paz entre as pessoas? A proposta feita por estatistas, desde Thomas Hobbes até o presente, é a que segue: como há conflitos constantes ocorrendo, os contratos feitos entre vários indivíduos não serão suficientes. Por isso, precisamos de um tomador de decisão supremo que seja capaz de decidir quem está certo e quem está errado em cada caso de conflito. E esse tomador de decisão supremo em um dado território, essa instituição que tem o monopólio da decisão em um dado território, é definido como sendo o estado. A falácia dessa argumentação se torna aparente quando você percebe que, se existe uma instituição que tenha o monopólio da tomada suprema de decisões para todos os casos de conflito, então consequentemente essa instituição também vai definir quem está certo e quem está errado em casos de conflito nos quais essa mesma instituição esteja envolvida. Ou seja, ela não é apenas uma instituição que decide quem está certo ou errado em conflitos que eu tenha com terceiros, mas ela também é a instituição que vai decidir quem está certo ou errado em casos em que ela própria está envolvida em conflitos com outros. Uma vez que você percebe isso, então se torna imediatamente claro que tal instituição pode por si mesma provocar conflitos para, então, decidir a seu favor quem está certo e quem está errado. Isso pode ser exemplificado particularmente por instituições como o Supremo Tribunal Federal. Se um indivíduo tiver algum conflito com uma entidade governamental, o tomador supremo da decisão — aquele que vai decidir se quem está certo é o estado ou o indivíduo — será o Supremo Tribunal, que nada mais é do que o núcleo da mesma instituição com a qual esse indivíduo está em conflito. Assim, é claro, será fácil prever qual será o resultado da arbitração desse conflito: o estado está certo e o indivíduo que o acusa está errado. Essa é a receita para se aumentar continuamente o poder dessa instituição: provocar conflitos para, então, decidir a favor de si mesma, e depois dizer ao povo que reclama do estado o quanto eles devem pagar por esses julgamentos feitos pelo próprio estado. É fácil, então, perceber a falácia fundamental presente na construção de uma instituição como o estado. E como temos visto uma aparentemente irrefreável expansão do poder do estado em absolutamente todos os países do mundo, é válido perguntar: há alguma esperança? O estado é de fato uma instituição tão poderosa contra a qual nada pode ser feito? Há alguma maneira de se opor a ele? A primeira coisa a ser feita para se opor ao estado deve ser, é claro, compreender a sua natureza íntima. Por exemplo, é curioso que economistas, em todas as outras áreas da economia, se oponham a monopólios e sejam a favor da concorrência. (Eles se opõem a monopólios porque, do ponto de vista do consumidor, monopolistas são instituições que produzem a custos mais altos do que o custo mínimo e entregam um produto mais caro e cuja qualidade é menor do que seria em um ambiente concorrencial. Eles consideram a concorrência como algo bom para o consumidor porque empresas concorrentes estão constantemente se esforçando para diminuir seus custos de produção para poder passar esses custos mais baixos em forma de preços menores aos consumidores e, assim, superarem suas concorrentes. Além, é claro, de terem de produzir produtos com a maior qualidade possível sob estas circunstâncias). Entretanto, quando se trata da questão mais importante para a vida a humana — a saber, a proteção da vida e da propriedade — quase todos os economistas são a favor de haver um monopolista fornecendo esses serviços. Eles parecem imaginar que o argumento da concorrência não mais é válido. Eles parecem não entender que um monopólio desses serviços vai requerer gastos muito maiores e, da mesma maneira, a qualidade do produto — nesse caso lei, ordem e justiça — será menor. Portanto, para iniciar qualquer tipo de recuo do estado temos de compreender claramente sua natureza íntima de monopolista e discernir os efeitos negativos que monopólios têm sobre todos os estratos da vida, particularmente na área da lei e da ordem. O que podemos desejar, na melhor das hipóteses — caso não consigamos abolir o estado —, é que o número de estados concorrenciais seja grande o suficiente. Um grande número de estados não permite que cada estado em particular aumente facilmente os impostos e as regulamentações porque as pessoas iriam, nesse caso, “votar com seus pés”, isto é, iriam mudar de estados (mudar de país). A situação mais perigosa concebível é aquela em que um governo mundial iria impor os mesmos impostos e as mesmas regulamentações em uma escala mundial, acabando com todos os incentivos para que as pessoas se mudem de um país para outro, pois a estrutura dos impostos e das regulamentações seria a mesma em todos os lugares. Por outro lado, imagine uma situação em que houvesse dezenas de milhares de Suíças, Liechtensteins, Mônacos, Hong Kongs e Cingapuras. Nesse caso, ainda que cada estado quisesse aumentar impostos e regulamentações, eles simplesmente não lograriam êxito porque haveria repercussões imediatas — ou seja, as pessoas iriam se mudar das localizações menos favoráveis para aquelas mais favoráveis. Quando pensamos em pensadores como Étienne de La Boétie, Hume, Mises, Rothbard etc., vemos que todos eles diziam que, por mais inexpugnável que o estado pareça, com todos os seus exércitos, com seu vasto número de empregados e com seu vasto aparelho de propaganda, ele na verdade é vulnerável porque, sendo o estado uma minoria que vive parasiticamente à custa de uma maioria, ele depende do consentimento do governado. Mesmo os estados mais poderosos — como, por exemplo, aqueles que vimos na URSS, no Irã sob o xá, e na Índia sob domínio britânico — podem se esfacelar. E essa ainda é uma esperança. Novamente, a idéia é a seguinte: o presidente pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser aceita e executada por um general; o general pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser executada pelo tenente; o tenente pode dar a ordem, mas a ordem tem de ser executada em última instância pelos soldados, que são aqueles que terão de atirar. E se eles não atirarem, então tudo aquilo que o presidente — ou o supremo comandante — ordena passa a não ter qualquer efeito. Assim, o estado somente pode efetuar suas políticas se as pessoas lhe derem seu consentimento voluntário. Elas podem não concordar com tudo que o estado faça e/ou ordene que outros façam, mas, enquanto elas colaborarem, serão obviamente da opinião de que o estado é uma instituição necessária, e os pequenos erros que esta instituição cometa são apenas o preço necessário a ser pago para se manter a excelência do que quer que ela produza. Quando essa ilusão desaparecer, quando as pessoas entenderem que o estado nada mais é do que uma instituição parasítica, quando elas não mais obedecerem às ordens emitidas por essa instituição, todos os poderes estatais, mesmo o do mais poderoso déspota, desaparecerão imediatamente. Mas para que isso seja possível, primeiro é necessário que as pessoas desenvolvam aquilo que podemos chamar de ‘consciência de classe’, não no sentido marxista — que diz que há um conflito entre patrões e empregados —, mas no sentido de um conflito de classes que opõe, de um lado, os regentes estatais, ou a classe dominante, e do outro lado, aqueles que estão sob o domínio do estado. Portanto, o estado tem de ser visto como um explorador, uma instituição parasítica. Só quando tivermos desenvolvido uma consciência de classe desse tipo é que haverá a esperança de que o estado, justamente por causa da difusão geral desse conceito, possa entrar em colapso. Finalmente, o ponto de vista de Hobbes é interessante. Uma das coisas que mais ameaça o estado é o humor e a risada. O estado presume que você deve respeitá-lo, que você deve levá-lo muito a sério. Hobbes dizia que era algo muito perigoso o fato de as pessoas rirem do governo. Portanto, tente sempre seguir a seguinte regra: ria e zombe do governo o máximo possível. A fraude chamada ‘estado’
Eu sou estudante de cursinho, vou bem nas redações, em maioria 920/960, mas é uma bosta passar uma hora e quarenta minutos escrevendo um texto que não tem um propósito. A dissertação do Enem é simplesmente abusar de falácias com autores foda, fazer uma relação para dizer o que tem a ver, as vezes é só uma forçada, e vc fica a mercê de um corretor ver correlação. É frustrante pra mim, que não passei em medicina ampla concorrência só pq tirei 900 numa redação que considero boa, e pegar um redação do cursinho de um cara que tirou 980, mas escreveu feito um retardado. A correção varia muito, embora tenhamos no mínimo dois corretores por texto, se vc pegar dois carrascos, se lascou, influencia sim na sua avaliação, pq conheço corretores que são portas, pegam textos mal feitos, mas pegam todas as ideias pq está subentendido, mas sei de corretores que, mesmo com tudo mastigado direitinho, te despontua pq não entendeu direito pela leitura, pelo conhecimento dele está com uma relação perfeita, mas o fluxo não ficou legal, por isso te prejudica na competência 4. Em suma, é uma avaliação que não prova nada, se não, muita vezes, que vc sabe enrolar, seria muito melhor tirar ela e aumentar a quantidade de questões de humanas e de linguagens, de repente só tirar e diminuir o tempo da prova.
Indicadores de vez nos hospitais, centros de saúde...
Tendo em conta que aqui há imenso pessoal das TI's aproveito para perguntar uma coisa sobre os indicadores de vez nos ecrãs nas salas de espera nos hospitais, centros de saúde, farmácias e por aí fora. Porque raio de carga de água é que a caixa dedicada aos números é tão pequena quando têm imenso espaço util? Se muitas vezes até a mim me custa ler os números nem imagino aos mais idosos que nem sempre conseguem estar perto do ecrã e que até são os utilizadores principais desses locais. Quem programa o sistema não pode diminuir o espaço dedicado às informações que pouco interesse tem e aumentar os números? Ou quando chegasse a vez de alguém esse numero aumentava de tamanho temporariamente? Ou isto tem de ser assim e pronto? Bem sei que há sistemas que dão essa exclusividade do ecrã inteiro aos números, mas vejo cada coisa... isto é também um rant. Exemplo mediano, há bem piores
Por: Hans-Hermann Hoppe Murray Rothbard certa vez descreveu o estado como uma gangue de ladrões em larga escala. E se você observar bem verá que há um vasto esforço de propaganda feito pelo estado e por aqueles em sua folha de pagamento — ou por aqueles que gostariam de estar em sua folha de pagamento — para nos convencer de que é perfeitamente legítimo que uma organização essencialmente parasítica viva à nossa custa mantendo um alto padrão de vida, que ela nos mate (com sua polícia despreparada), que ela nos roube com seus impostos, que ela nos convoque compulsoriamente para o serviço militar e que ela controle totalmente nosso modo de vida. A motivação fundamental daqueles que defendem o estado é saber que, uma vez na máquina pública, eles terão acesso a gordos salários, empregos estáveis e uma aposentadoria integral. Aqueles que estão fora do serviço público defendem o estado por saber que ele lhes dará vantagens em qualquer barganha sindical. Além desses cidadãos, há também empresários que defendem o estado. Estes estão pensando em subsídios e garantias governamentais, em contratos polpudos para obras públicas, em protecionismo, em regulações que afastem a concorrência, e no uso geral do governo para alimentar seus amigos e enfraquecer seus concorrentes. O estado, para eles, é garantia de riqueza. Em todo e qualquer lugar, o estado sempre se resume a ganhar à custa de outros. Não houve qualquer avanço nessa realidade. Podemos mudar as definições e alegar que, porque votamos, estamos nos governando a nós mesmos. Mas isso não altera a essência do problema moral do estado: tudo que ele tem, ele adquire através do roubo. Nem um centavo do seu orçamento bilionário (trilionário, no caso dos EUA) é adquirido em trocas voluntárias. Governos dilatados dividem a sociedade em duas castas: aqueles que dão compulsoriamente seu dinheiro para o estado e aqueles que ganham dinheiro do estado. Para manter o sistema funcionando, aqueles que dão têm de ser numericamente muito superiores àqueles que recebem. Foi assim nos primórdios do estado-nação e ainda o é atualmente. A existência de eleições não altera em nada a essência dessa operação. Nos EUA, quando lemos os documentos escritos pelos pais fundadores, notamos uma grande preocupação em relação a facções. Por facções, os fundadores se referiam a grupos de pessoas em guerra entre si para decidir quem iria ter controle sobre o bolso da população. A solução para esse problema não foi abolir diferenças de opinião, mas, sim, manter o governo em um tamanho mínimo, de forma que as vantagens de se ganhar o poder fossem pequenas. Você limita o poder de uma facção limitando o tamanho do governo. Todos os mecanismos criados pelos pais fundadores — a separação de poderes, o colégio eleitoral, a Declaração de Direitos — foram instituídos como meios de se atingir esse objetivo. Mas como foi que toda a distorção ocorreu? Como foi que os seres humanos permitiram que o estado atual existisse? Como passamos a permitir que ele nos governe dessa maneira despótica? E por que há alguns que o amam e até mesmo se inclinam perante ele, tomados por um sentimento quase religioso em relação a ele? Bem, se você pensar no argumento central a favor do estado verá que é muito fácil perceber um erro fundamental na sua concepção; e verá que é realmente um milagre que o estado tenha surgido. O argumento a favor da existência do estado é simplesmente este: há escassez de recursos no mundo, e por causa dessa escassez há a possibilidades de conflitos entre diferentes grupos de pessoas. O que fazer com esses conflitos que podem surgir? Como garantir a paz entre as pessoas? A proposta feita por estatistas, desde Thomas Hobbes até o presente, é a que segue: como há conflitos constantes ocorrendo, os contratos feitos entre vários indivíduos não serão suficientes. Por isso, precisamos de um tomador de decisão supremo que seja capaz de decidir quem está certo e quem está errado em cada caso de conflito. E esse tomador de decisão supremo em um dado território, essa instituição que tem o monopólio da decisão em um dado território, é definido como sendo o estado. A falácia dessa argumentação se torna aparente quando você percebe que, se existe uma instituição que tenha o monopólio da tomada suprema de decisões para todos os casos de conflito, então consequentemente essa instituição também vai definir quem está certo e quem está errado em casos de conflito nos quais essa mesma instituição esteja envolvida. Ou seja, ela não é apenas uma instituição que decide quem está certo ou errado em conflitos que eu tenha com terceiros, mas ela também é a instituição que vai decidir quem está certo ou errado em casos em que ela própria está envolvida em conflitos com outros. Uma vez que você percebe isso, então se torna imediatamente claro que tal instituição pode por si mesma provocar conflitos para, então, decidir a seu favor quem está certo e quem está errado. Isso pode ser exemplificado particularmente por instituições como o Supremo Tribunal Federal. Se um indivíduo tiver algum conflito com uma entidade governamental, o tomador supremo da decisão — aquele que vai decidir se quem está certo é o estado ou o indivíduo — será o Supremo Tribunal, que nada mais é do que o núcleo da mesma instituição com a qual esse indivíduo está em conflito. Assim, é claro, será fácil prever qual será o resultado da arbitração desse conflito: o estado está certo e o indivíduo que o acusa está errado. Essa é a receita para se aumentar continuamente o poder dessa instituição: provocar conflitos para, então, decidir a favor de si mesma, e depois dizer ao povo que reclama do estado o quanto eles devem pagar por esses julgamentos feitos pelo próprio estado. É fácil, então, perceber a falácia fundamental presente na construção de uma instituição como o estado. E como temos visto uma aparentemente irrefreável expansão do poder do estado em absolutamente todos os países do mundo, é válido perguntar: há alguma esperança? O estado é de fato uma instituição tão poderosa contra a qual nada pode ser feito? Há alguma maneira de se opor a ele? A primeira coisa a ser feita para se opor ao estado deve ser, é claro, compreender a sua natureza íntima. Por exemplo, é curioso que economistas, em todas as outras áreas da economia, se oponham a monopólios e sejam a favor da concorrência. (Eles se opõem a monopólios porque, do ponto de vista do consumidor, monopolistas são instituições que produzem a custos mais altos do que o custo mínimo e entregam um produto mais caro e cuja qualidade é menor do que seria em um ambiente concorrencial. Eles consideram a concorrência como algo bom para o consumidor porque empresas concorrentes estão constantemente se esforçando para diminuir seus custos de produção para poder passar esses custos mais baixos em forma de preços menores aos consumidores e, assim, superarem suas concorrentes. Além, é claro, de terem de produzir produtos com a maior qualidade possível sob estas circunstâncias). Entretanto, quando se trata da questão mais importante para a vida a humana — a saber, a proteção da vida e da propriedade — quase todos os economistas são a favor de haver um monopolista fornecendo esses serviços. Eles parecem imaginar que o argumento da concorrência não mais é válido. Eles parecem não entender que um monopólio desses serviços vai requerer gastos muito maiores e, da mesma maneira, a qualidade do produto — nesse caso lei, ordem e justiça — será menor. Portanto, para iniciar qualquer tipo de recuo do estado temos de compreender claramente sua natureza íntima de monopolista e discernir os efeitos negativos que monopólios têm sobre todos os estratos da vida, particularmente na área da lei e da ordem. O que podemos desejar, na melhor das hipóteses — caso não consigamos abolir o estado —, é que o número de estados concorrenciais seja grande o suficiente. Um grande número de estados não permite que cada estado em particular aumente facilmente os impostos e as regulamentações porque as pessoas iriam, nesse caso, “votar com seus pés”, isto é, iriam mudar de estados (mudar de país). A situação mais perigosa concebível é aquela em que um governo mundial iria impor os mesmos impostos e as mesmas regulamentações em uma escala mundial, acabando com todos os incentivos para que as pessoas se mudem de um país para outro, pois a estrutura dos impostos e das regulamentações seria a mesma em todos os lugares. Por outro lado, imagine uma situação em que houvesse dezenas de milhares de Suíças, Liechtensteins, Mônacos, Hong Kongs e Cingapuras. Nesse caso, ainda que cada estado quisesse aumentar impostos e regulamentações, eles simplesmente não lograriam êxito porque haveria repercussões imediatas — ou seja, as pessoas iriam se mudar das localizações menos favoráveis para aquelas mais favoráveis. Quando pensamos em pensadores como Étienne de La Boétie, Hume, Mises, Rothbard etc., vemos que todos eles diziam que, por mais inexpugnável que o estado pareça, com todos os seus exércitos, com seu vasto número de empregados e com seu vasto aparelho de propaganda, ele na verdade é vulnerável porque, sendo o estado uma minoria que vive parasiticamente à custa de uma maioria, ele depende do consentimento do governado. Mesmo os estados mais poderosos — como, por exemplo, aqueles que vimos na URSS, no Irã sob o xá, e na Índia sob domínio britânico — podem se esfacelar. E essa ainda é uma esperança. Novamente, a idéia é a seguinte: o presidente pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser aceita e executada por um general; o general pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser executada pelo tenente; o tenente pode dar a ordem, mas a ordem tem de ser executada em última instância pelos soldados, que são aqueles que terão de atirar. E se eles não atirarem, então tudo aquilo que o presidente — ou o supremo comandante — ordena passa a não ter qualquer efeito. Assim, o estado somente pode efetuar suas políticas se as pessoas lhe derem seu consentimento voluntário. Elas podem não concordar com tudo que o estado faça e/ou ordene que outros façam, mas, enquanto elas colaborarem, serão obviamente da opinião de que o estado é uma instituição necessária, e os pequenos erros que esta instituição cometa são apenas o preço necessário a ser pago para se manter a excelência do que quer que ela produza. Quando essa ilusão desaparecer, quando as pessoas entenderem que o estado nada mais é do que uma instituição parasítica, quando elas não mais obedecerem às ordens emitidas por essa instituição, todos os poderes estatais, mesmo o do mais poderoso déspota, desaparecerão imediatamente. Mas para que isso seja possível, primeiro é necessário que as pessoas desenvolvam aquilo que podemos chamar de ‘consciência de classe’, não no sentido marxista — que diz que há um conflito entre patrões e empregados —, mas no sentido de um conflito de classes que opõe, de um lado, os regentes estatais, ou a classe dominante, e do outro lado, aqueles que estão sob o domínio do estado. Portanto, o estado tem de ser visto como um explorador, uma instituição parasítica. Só quando tivermos desenvolvido uma consciência de classe desse tipo é que haverá a esperança de que o estado, justamente por causa da difusão geral desse conceito, possa entrar em colapso. Finalmente, o ponto de vista de Hobbes é interessante. Uma das coisas que mais ameaça o estado é o humor e a risada. O estado presume que você deve respeitá-lo, que você deve levá-lo muito a sério. Hobbes dizia que era algo muito perigoso o fato de as pessoas rirem do governo. Portanto, tente sempre seguir a seguinte regra: ria e zombe do governo o máximo possível. A fraude chamada ‘estado’
Como a extorsão governamental gera pobreza? Por: Bruno Silva Alguns economistas costumam versar que a taxação é extremamente prejudicial à economia por elevar os preços de maneira generalizada. “Por que ter de pagar 40% a mais numa caneta quando poderia pagar só 25% a mais?”, reclama o brasileiro médio. Os impostos, sim, encarecem os preços dos produtos proporcionalmente aos seus volumes. Os economistas da escola austríaca, não à toa, rechaçam bastante as intervenções do governo na economia, porém as intervenções de natureza tributária sofrem objeções comparativamente mais impassíveis. E isso ocorre não tão-só pelos efeitos destrutivos mais imediatos e visíveis da taxação, mas por seus efeitos de longo prazo, amplamente desconsiderados. A carga tributária é, absolutamente, a maior inimiga da economia, principalmente da que tange os pobres. Ora, o pobre geralmente não possui reservas financeiras e seu salário é quase totalmente destinado à compra de bens alimentícios, de eletrodomésticos e de demais objetos indispensáveis à manutenção de um padrão de vida minimamente satisfatório ao atendimento das exigências fisiológicas humanas mais básicas. À vista disso, qualquer barateamento de preços que venha a ocorrer é sempre desejável ao pobre. Gastando menos com alimentos para sua humilde geladeira, por exemplo, o pobre disporá de mais recursos com os quais melhorará o seu padrão de vida pela compra de bens úteis, antes financeiramente inacessíveis. Em virtude de, por exemplo, uma diminuição do preço da gasolina, oriunda da eliminação de certos tributos no que se refere ao mercado de combustíveis, o pobre poderá gastar menos com transporte e, em consequência, desfrutará de uma disponibilidade maior de recursos monetários mediante a qual efetuará investimentos mais producentes. Frisando de modo mais formal: por gastar menos com transporte, o pobre reduzirá consideravelmente a sua pobreza adicionando à sua poupança o dinheiro resultante do barateamento das tarifas de ônibus e de táxis, simetricamente derivado do que se subtraiu do tributo relativo à gasolina enquanto commodity absolutamente imprescindível ao funcionamento de todas as máquinas automobilísticas (inclui-se, ônibus e carros). O padrão de vida do pobre, então, mudará para melhor significativamente por ficar disponível a ele uma espécie de excedente financeiro, a partir do qual, ao largo de determinado período, poderá compor um montante de recursos monetariamente expresso por intermédio do qual poderá adquirir, por exemplo, um micro-ondas (um micro-ondas que o coletor de impostos – diga-se, estado – jamais viria presentear), ou um carro, ou uma televisão, ou um fogão novo, etc. etc. Uma redução, seja parcial ou integral, do peso da carga tributária, nota-se, sempre beneficia o pobre em quaisquer circunstâncias aumentando o número das suas finalidades alcançáveis, isto é, a sua felicidade material. Pois, afinal, se meios são escassos, são também, por conseguinte, limitantes à quantidade de fins efetivamente alcançáveis. Se, portanto, reduz-se por certos fatores a quantidade de meios necessários ao alcance de um fim, amplia-se, por conta disso, a quantidade de fins efetivamente alcançáveis uma vez relativamente expandida a quantidade de meios disponíveis, em função da redução da quantidade de meios necessários ao alcance de um fim particular. Quando, assim, o estado, mediante taxação, aumenta generalizadamente os preços dos produtos está a aumentar a quantidade de meios monetários necessários à compra dos produtos tributados, reduzindo consequentemente a quantidade de meios monetários disponíveis à compra doutros bens. O pobre, enquanto comprador, é sempre prejudicado pela taxação. Comprando menos, pois, sua felicidade vê-se miseravelmente molestada, já que o comprador atua mercadologicamente como tal porque considera o ato de comprar comparativamente mais compensatório que o de não comprar, do contrário não procuraria ser comprador ou jamais o seria, o que implica que quando a quantidade de aquisições realizáveis se vê reduzida em virtude de um encarecimento de preços generalizado, o comprador (diga-se, o pobre) sempre sai amargamente prejudicado. Vale lembrar que o encarecimento dos preços não se deve somente ao repasse do custo referente ao pagamento do tributo, visto que os comerciantes, especialmente os de pequeno porte, não podem arriscar elevar os preços para além do ponto no qual os clientes se indispõem a pagar. Pelo fato de os impostos serem efetivamente, para os comerciantes, custos relativos à manutenção da “regularidade fiscal”, tais comerciantes possuirão somente duas ferramentas às quais recorrer para obter o dinheiro com o qual irão pagar os impostos: elevação de preços ou redução da margem de lucro. A elevação dos preços é o efeito mais aparente da imposição de tributos sobre as operações cambiárias dos comerciantes. Na pior das condições, mesmo que o comerciante possa diminuir a sua margem do lucro até o ponto no qual não obtém quaisquer rendimentos, essa margem normalmente se mostra insuficiente ao pagamento total dos impostos, o que acaba por obrigar o comerciante a encerrar as suas atividades. A oferta adicional de produtos que o comerciante viria a prover aos consumidores foi eliminada em razão de os impostos terem corroído completamente as receitas que o mantinham na atividade. Também, o comerciante não pode simplesmente escolher não pagar os tributos, porque os custos da burla fiscal geralmente são mais altos que os tributos em si. O típico comerciante de esquina vê-se, então, falido, pois, se aumentar muito onerosamente o preço dos seus produtos para pagar os tributos, ninguém mais os comprará e mesmo a eliminação completa da margem de lucro não será suficiente ao pagamento integral dos tributos exigidos. Qual é a saída para o comerciante senão a declaração de falência? O pobre, assim, que antes ia na sua esquina comprar um pacote de arroz, agora tem de ir num supermercado distante e, por conseguinte, acaba por gastar mais tempo comprando o que deseja, tendo, desse modo, de adicionar os custos desse tempo gasto aos custos monetários do produto, o que antes não ocorria. Sua vida se complica ainda mais e fica mais pobre, finalmente. Ora, não é mais cômoda a vida de alguém que pode comprar o que deseja na sua esquina ao invés de ter de ir num supermercado distante? Graças à taxação, o comerciante que antes ofertava ao pobre comodamente deixou de existir. O pobre e o comerciante, juntamente, empobreceram e o estado nutriu o seu heroísmo. A taxação, em suma, serve só para atrapalhar a vida do pobre e empobrecê-lo ainda mais.
O medo constante de ser demitida e as cobranças absurdas do trabalho
Trabalho em callcenter, é o meu primeiro emprego e honestamente só trabalho lá pois foi o único lugar que me aceitou sem ter experiência prévia em carteira. O atendimento que eu presto é bancário, especificamente no setor de empréstimos (não realizo contratações, estou lá pra resolver problemas relacionados aos empréstimos), e hoje recebi uma notícia péssima em relação ao atendimento. Basicamente agora todos os atendentes vão atender tudo, todos os produtos do banco. Isso significa que uma pessoa vai atender cartão de crédito, conta corrente, empréstimos, internet banking, aplicativo, seguro, veículos e imóveis, e além de todo mundo ter que atender tudo, o tempo médio de atendimento irá diminuir, ou seja, nós teremos que finalizar um atendimento em menos de 5 minutos, coisa que é quase humanamente impossível. Quem não conseguir bater a meta vai ser desligado. Além disso, a gerência fez um levantamento e descobriu qual horário costuma aumentar o fluxo de ligações, e informaram que podem ocorrer mudanças no horário dos funcionários, e quem se recusar a trocar de horário, será desligado. Tô muito estressada com isso, pois essa mudança vai passar a valer em menos de 15 dias. Temos menos de 15 dias pra aprender como atender produtos que antes não eram de nossa responsabilidade, e sob constante medo de ser demitido por não conseguir bater essa meta inalcançável. Pqp nem sei o que falar. Tô muito estressada. Sei que vão me sugerir trocar de emprego, e eu juro que tô procurando vaga em outros lugares, mas tá muito difícil e muitas vezes você nem recebe um email de resposta do recrutador. E eu não posso ficar sem emprego, especialmente agora.
olá pessoal, recentemente terminei minha planilha de base que estava seguindo e após termina-la decidi correr meus primeiros 21 km, porém agora não sei mais qual plano de treinamento seguir. Devo aumentar a quilometragem ou diminuir meu tempo nos 21 km? Quais planilhas ou treinamento recomendam para eu fazer? Treinamento base de 8 semanas -Esta é a planilha que segui
Olá, camaradas, quero contribuir para esse sub com um texto que eu e uns camaradas escrevemos, pois acreditamos que os comunistas precisam ter mais acúmulo sobre o desenvolvimento das forças produtivas mas sem que isso se confunda com um desenvolvimentismo cretino. Estamo abertos ao debate, com críticas e apontamentos. Abraços! Parte I – a importância da indústria Modos de produção (e reprodução) da vida social são uma unidade de dois aspectos: relações de produção e forças produtivas. A esquerda brasileira em geral costuma com toda a justeza denunciar e almejar uma mudança quase que exclusivamente no primeiro. Cabe perceber que da mesma forma que as relações sociais capitalistas jamais teriam se generalizado se não houvesse o advento histórico da grande indústria de transformação, não pode haver relações de produção plenamente socialistas sem uma correspondente base material muito avançada. Nesse sentido, quando olhamos o Brasil, vemos vários problemas na produção econômica em solo nacional. No que se relaciona mais diretamente com as relações de produção, vemos uma péssima distribuição da renda nacional, com um índice GINI – que busca esboçar a desigualdade em uma escala de 0 a 1, sendo 1 o mais desigual – de aproximadamente 0,53. Cabe ressaltar que, em países vizinhos, apesar da pobreza, o índice é menor, como é o caso da Colômbia (0,50), Uruguai (0,39), Bolívia (0,42) e Cuba (0,38). No tocante às forças produtivas, estas não são nem um pouco abundantes em termos relativos à população. Hoje, nosso PIB per capita fica na faixa dos 9 mil dólares anuais por pessoa, tendo tido o pico de 13 mil, em 2011. Não é um valor pequeno, de forma alguma, como se verifica em outros países muito mais assolados pelo rapinagem imperialista. Mas está muito longe de estar perto dos países de capitalismo autônomo e avançado, que figuram cifras acima dos 30 mil dólares anuais por pessoa. É verdade que a produtividade nacional não se impõe como uma barreira imediata e intransponível para o início de uma nova ordem social, como, por exemplo, atesta a valente e forte experiência cubana, ou mesmo a revolução bolchevique partindo da Rússia semi-feudal. Talvez justamente por isso que a esquerda costume focar suas preocupações estratégicas (isto é, quando tem alguma) nos aspectos relativos às relações de produção, além de uma compreensível precaução de não voltar a incidir nas concepções etapistas da revolução brasileira. Trata-se de uma ressalva plenamente justificada: defender a ampliação das condições industriais e produtivas para poder socializá-las com qualidade à maioria da população. Não pode se confundir com ilusões no desenvolvimento da ordem capitalista ou ainda com pretensões nacionais da burguesia nativa, que hoje no Brasil é associada e profundamente dependente do imperialismo. Ainda que o atraso nas bases econômicas não seja essa barreira intransponível para o início do processo socialista, certamente o é para o seu pleno desenvolvimento. Não pode haver florescimento das capacidades humanas para o/a trabalhadoa, seu ativo envolvimento na vida política e nos rumos do país, sem que haja uma base material arrojada que os libere do trabalho extenuante. Para um país se desenvolver plenamente rumo ao socialismo é condição necessária (mas não suficiente) que ele atinja grau de sofisticação bastante elevado em suas forças produtivas, como se verifica na história da União Soviética e também na China, onde o povo e a força dirigente tiveram que empenhar esforços colossais para superar o atraso tecnológico dessas sociedades. O avanço da revolução socialista nesses países fica tanto mais penoso e dificultado conforme menos desenvolvidas são essas forças produtivas e as relações de produção fruto de sua história. Nesse sentido, cabe então colocar na ordem do dia o debate sobre os rumos que um país deve adotar para o desenvolvimento de suas capacidades produtivas e da geração de renda, serviços e produtos. A experiência histórica indica que uma indústria manufatureira desenvolvida é condição imprescindível para a geração de riqueza. Ainda que o estágio atual de desenvolvimento do capitalismo possa fazer parecer que o grosso da riqueza está se deslocando cada vez mais para o setor de serviços, sua base material ainda reside na manufatura, pois é na manufatura em que a maior parte do valor é agregada às mercadorias. Além disso, os serviços sofisticados estão umbilicalmente conectados à indústria. Por exemplo, todos os serviços de informática estão assentados sobre o fato de existir um objeto físico, a saber um computador ou qualquer outro dispositivo, que possibilita a existência desse serviços. Além do mais, o domínio sobre tais serviços sofisticados necessita de um grande desenvolvimento e aprendizado tecnológico, e os países que têm tais domínios são justamente os que têm sua forças produtivas em um grau de maturidade mais avançado. A importância da indústria reside no fato de ser por meio dela que o trabalho humano pode desabrochar muitas de suas potencialidades, como a soma coordenada do trabalho de muitos operários, que é mais produtivo do que a soma simples das partes. Na produção manufatureira, diferentemente dos serviços, a finalidade é um produto, não uma atividade, e portanto a possibilidade de ampliar a produtividade possui menos restrições. Na indústria, temos por excelência a possibilidade de economia de escala e de escopo, que otimizam o potencial produtivo. Assim, sem uma indústria manufatureira desenvolvida, o caminho para a riqueza é impossível. Entretanto, é comum nos depararmos com objeções postas pelos economistas ortodoxos (neoclássicos, e maiores apologistas da ordem). Para se contrapor à ideia de que uma base manufatureira fecunda é necessária para poder ter desenvolvimento econômico, eles remetem a uma noção desenvolvida por David Ricardo – as chamadas vantagens comparativas. Isto é, um país deveria se concentrar e se especializar em produzir o que ele sabe fazer melhor e com mais produtividade. Por exemplo: se um país tem vastas extensões de terras agricultáveis e recursos minerais abundantes, ele deveria se concentrar nesses setores. Sendo assim, seria capaz de aprimorar cada vez mais tais setores, e isso possibilitaria conseguir trocar suas mercadorias no mercado mundial com tamanha produtividade e eficiência com relação aos demais competidores, que de tal sorte ele conseguiria gerar excedentes e assim adquirir os demais bens que não é capaz de produzir, e se desenvolver – dizem tais mistificadores. Na prática, a vantagem comparativa dos países de capitalismo dependente é produzir bens primários enquanto que as vantagens dos países centrais são a produção de bens industriais de alta tecnologia. Para os defensores dessa visão, o Brasil deveria se focar em aumentar sua produtividade agropecuária e no setor de mineração, e assim as ditas “forças de mercado” conduziriam o país rumo a um crescimento econômico sustentado. Essa visão é ingênua. De fato, nenhum país (exceto a Inglaterra, de onde tal ideia partiu) se desenvolveu apenas apostando nas suas vantagens comparativas, pois, inicialmente, ninguém dispõe como vantagem de ter forças produtivas avançadas: essas forças tiveram de ser desenvolvidas. Também podemos olhar para os países ricos e constataremos que são – adivinhe, sim! – os países mais industrializados. Se hoje alguns países com altos índices de riqueza per capita não possuem grande participação relativa da indústria, costuma ser porque nestes já houve um pico de industrialização, e agora eles têm grande participação de serviços industriais sofisticados, como a Austrália. Por outro lado, não podemos cair em uma espécie de “industrialismo ingênuo”, como se tudo se resumisse a um desenvolvimento mais ou menos intrínseco das forças produtivas, ignorando as relações de produção, de propriedade e de trabalho que condicionam, ou em última instância determinam, a alocação do excedente econômico da sociedade. Não menos importante, há que se lembrar da geopolítica do imperialismo, que alavanca os países de capitalismo avançado através da rapina e exploração do restante do mundo, relegando a ele o atraso econômico e a miséria de sua população. Isto é, como via de regra, há sim grande correlação entre países ricos e desenvolvidos com o desenvolvimento de sua indústria, mas rejeitamos um argumento que tome a existência da indústria como explicação simples da riqueza destas nações, algo que simplifique essa questão numa resposta de causalidade unidirecional. Em linhas gerais, simplificadamente, podemos ver que o desenvolvimento industrial de países europeus e dos EUA ao longo do século XIX permitiu que estes gestassem em seu solo grandes monopólios e associações capitalistas que viriam a usar seus respectivos Estados nacionais para seus desígnios comerciais. Com a crescente exportação de capital e a consequente partilha do mundo entre as nações, criou-se uma ordem mundial muito hábil em sufocar os esforços de desenvolvimento autônomo dos demais países. Essa é a situação colocada no cenário internacional a partir do final do século XIX, mas que, mudando o que tem que ser mudado, vigora até os dias atuais com novas determinações. Portanto, ainda que ela tenha cumprido papel indispensável, não é pura e simplesmente pela industrialização que os países capitalistas ficaram ricos, e, nesse sentido, não será pela simples (que de simples não tem nada, na verdade) industrialização que o Brasil superará sua condição de penúria econômica e social – é preciso confrontar a dominação imperialista e seus agentes internos. Parte II – a tragédia brasileira Uma coisa importante nem sempre percebida sobre a industrialização de um país é que não basta termos uma boa participação quantitativa industrial na economia nacional para podermos usufruir de todo o potencial qualitativo da indústria. Há uma significativa diferença entre ter indústria e ter um complexo industrial. Isto é, o importante não é apenas ter várias indústrias, mas tê-las em setores que estejam ligados entre si, fornecendo e absorvendo a produção umas das outras. A importância de ter toda a cadeia produtiva em solo nacional é evidente: cada parcela de excedente fica aqui, movimentando a nossa economia. Mais que isso, num momento de instabilidade, de alta demanda por algum produto – como são os ventiladores pulmonares durante a pandemia atual -, vemos que não basta ter dinheiro para querer comprar – quem produz é quem tem vantagem. Se hoje parece “comum” a situação de atraso industrial do Brasil em relação ao mundo, cabe dizer que nem sempre foi assim. A situação atual é produto direto do processo de aprofundamento da dependência e associação das classes dirigentes nacionais ao imperialismo. Enquanto é verdade que no ano de 1930 o Brasil não viveu uma revolução, o deslocamento das frações de classe no poder alçou a industrialização no país, até então dominado pelas elites rurais. O governo de Getúlio criou importantes bases para que o capitalismo pudesse se desenvolver com força nas cidades, promovendo a industrialização do país. Ao longo das décadas de 1950 até 1970, o Brasil passou por um intenso processo de industrialização, passando de um país essencialmente agrário para uma economia com forças produtivas bastante desenvolvidas, no final da década de 70. O Brasil foi um dos países que mais rápido se industrializou no mundo, tendo atingido taxas volumosas de crescimento. Esse projeto desenvolvimentista teve sua origem nos governos Getúlio Vargas e JK, com a criação de empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN, financiada pelos EUA em troca da participação do Brasil na II Guerra Mundial) e a Petrobras, que tiveram seu caráter estatal garantido por intensa campanha popular. Mesmo durante o regime civil-militar, esse projeto desenvolvimentista não foi abandonado – estando presente através do I PND e II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento). Apesar de estar umbilicalmente ligado ao capital internacional, esse projeto não era tão subserviente ao modo que vemos no governo atual. De fato, durante a ditadura civil-militar, o imperialismo ampliou sua dominação sobre o Brasil, mas isso não impediu tais projetos de terem pontualmente desacordos com os interesses imperialistas, como o programa nuclear brasileiro, por exemplo. O combustível para esse desenvolvimento era crédito internacional barato e de longo prazo, e grandes obras de infraestrutura. No ano de 1979, em virtude das crises do petróleo, houve um choque internacional nas taxas de juros, elevando substancialmente o preço do crédito, o que foi um golpe fatal nesse modelo desenvolvimentista. Como consequência disso, ao longo da década de 1980, a economia brasileira sofreu com crise na balança de pagamentos e calote na dívida externa, que havia aumentado massivamente no período anterior e hiperinflação. A estagnação da década de 80 marca o fim do modelo nacional desenvolvimentista. Ao início da década de 80, a indústria representava algo em torno de 40% da produção nacional, enquanto que, ao longo dos anos 2000, foi para a casa dos 23%, e hoje, com a crise continuada, estamos estacionados nos 18%. Em muitos países, é comum ver uma diminuição relativa da participação industrial em favor do setor de serviços; trata-se de uma tendência geral. Entretanto, os países de capitalismo desenvolvido o fazem após terem obtido um grau de sofisticação industrial que permitiu o desenvolvimento de serviços de alto valor agregado (o chamado de arco da industrialização) – caminho esse que o Brasil definitivamente não seguiu, pois nossa economia apenas diminuiu sua complexidade. Vejamos o que aconteceu que nos conduziu nesse descaminho: Ao longo de década de 1990, a economia brasileira passa por uma série de transformações importantes com a adoção das políticas econômicas do “Consenso de Washington”. Ou seja, houve uma brusca abertura comercial, uma série de privatizações, além de medidas para a estabilização monetária (Plano Real) – como uma sobrevalorização cambial e altíssima taxa de juros, tendo a SELIC chegado a 40% ao ano. As medidas do Consenso são excessivamente rigorosas, e verdadeiramente implacáveis contra a indústria. A manufatura brasileira, que se desenvolveu com um amplo protecionismo, era posta desnuda para disputar no mercado mundial. Medidas como sobrevalorização cambial e alta taxa de juros, que eram para ser passageiras para a estabilização monetária, se tornaram o padrão, mas são péssimas para a indústria, e contribuíram significativamente para a manufatura brasileira estar nesse atoleiro. De toda forma, durante os anos 2000, o Brasil pôde finalmente desenvolver sua economia, com uma moeda estável e inflação controlada. Nesse período, o mundo viu a ascensão de um novo gigante econômico: a China, com sua produção manufatureira abundante e barata, e sua colossal demanda por gêneros agropecuários e minerais, que contribuiu para a alta do preço das commodities, experienciada no período. Assim, conjunturalmente, foi vantajoso para o Brasil aumentar sua produção agropecuária e extrativista para a exportação, enquanto que o câmbio, muito valorizado no período, tornava a importação de manufaturas muito mais em conta do que o estímulo à produção interna. O interesse governamental imediato de segurar a inflação se contrapôs no médio prazo à vitalidade de nossa indústria. Assim, com uma melhoria conjuntural, o Brasil acabou por diminuir a complexidade de sua economia, e aprofundou sua dependência econômica de forma estrutural. Em 2011, era claro para o governo e para os industriais que o cenário macroeconômico precisava mudar para dar chance à nossa indústria. Foi então que este começou a abandonar a gestão super-ortodoxa da economia e passou a adotar a chamada “Nova Matriz Econômica”, vulgo “Agenda FIESP” – grande proponente e articuladora da mudança. Tratava-se de uma diminuição dos investimentos públicos e ampliação das desonerações fiscais, além de uma baixa nos juros e alguma desvalorização cambial, visando a dar mais espaço e competitividade ao nosso setor industrial. Ocorre que não bastavam condições macroeconômicas para que nossa tecnologicamente atrasada indústria nacional pudesse alcançar o desempenho de suas congêneres mundiais. Mais ainda: nesse período, o mundo começou a testemunhar a diminuição do preço das commodities, que, junto da mudança que a economia brasileira vinha operando, diminuiu radicalmente nossa balança comercial e a arrecadação do governo. As desonerações, ao invés de induzirem os investimentos industriais, serviram apenas para os empresários aumentarem suas margens de lucro. Em 2015, o segundo mandato de Dilma inicia com um verdadeiro estelionato eleitoral, praticando uma agenda econômica exatamente ao contrário do que dizia nas eleições de 2014. A forma de buscar ajustar a situação fiscal do Brasil foi pela agenda ultra reacionária e anti-povo comandada pelo banqueiro Joaquim Levy, que promoveu inúmeros cortes no orçamento na área de bem-estar social e subiu a taxa SELIC para 14,25% ao ano. Desde então, com o decorrer do golpe de 2016, o debate econômico no Brasil parece ter se reduzido somente ao controle fiscal, com a visão ortodoxa hegemônica condenando por princípio os gastos públicos. O câmbio de fato começou a tornar-se mais favorável à indústria, mas faltava o ambiente político e a coordenação institucional para incentivar os industriais a retomar os investimentos. A verdade é que esse setor, como o restante da burguesia, tem muito pouco compromisso com o país para além de sua rentabilidade pessoal. É preferível para estes girar seu capital para a especulação do que tomar os riscos do investimento produtivo, que poderia induzir um crescimento geral. Para coroar esse processo, tivemos ainda a contribuição da Lava-Jato, operação articulada a partir dos EUA com o intuito de promover um completo massacre no cenário político e econômico brasileiro, nos tornando presas fáceis para o recrudescimento da dominação imperialista. Os efeitos sobre a política todos já conhecem, mas é importante ressaltar que a vilania lava-jatista também recaiu sobre setores-chave de nossa economia. Dentre as várias “inovações jurídicas” da Lava-Jato, a que mais tocou a indústria foi a pena imposta às empresas cujos dirigentes se envolveram em escândalos de corrupção, de impedi-las de participar de licitações por alguns anos. Trata-se de um tremendo absurdo, uma vez que quem fez o ilícito foram pessoas físicas, ainda que dirigentes das empresas. Impedir as empresas de acessarem projetos públicos, na verdade, é impedir o governo de executar suas obras com o melhor da engenharia nacional – que, importante dizer, infelizmente está concentrada em poucos monopólios, tão suscetíveis a esses escândalos. A promiscuidade entre poder público e poder econômico privado é algo imanente no capitalismo; portanto, não se trata aqui de uma defesa moralista de separar o joio do trigo para defender os “empresários honestos”. Trata-se tão somente de denunciar uma medida da justiça destinada a essa finalidade, que não contribui em nada para o combate à corrupção, e somente cria auto-entraves ao desenvolvimento de nossas forças produtivas. Com isso, vimos pararem as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) e da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco, que acrescentariam enormemente nossa capacidade de refino; podemos citar ainda a Linha 6 do metrô de São Paulo, a Usina Angra 3 da Estação Nuclear Almirante Álvaro Alberto, e outros 90 bilhões de reais em obras paradas que de alguma forma foram afetadas pela Lava-Jato. Mais ainda, a longa saga do submarino nuclear brasileiro (tecnologia que fornece um salto de qualidade operacional à embarcação, essencial para uma marinha contemporânea) também foi interrompida. Nesse caso, não apenas pelo fato de somente a Odebrecht ter capacidade de engenharia para tal empreendimento, como pela vagamente motivada prisão do Almirante Othon, engenheiro-militar brasileiro articulador da tecnologia nuclear no país. Soma-se a isso também a série de operações como a “Carne Fraca” de 2017, que visaram a alcançar frigoríficos do país, afetando duramente sua capacidade de exportação e competição com os monopólios norte-americanos. Ainda que saibamos bem o que significam essas empresas no Brasil, desde a exploração e falta de qualidade de trabalho de seus funcionários até a compra de políticos, não devemos ter dúvidas de que, ainda que não seja essa sua razão de ser, sua participação no mercado mundial é antagônica aos interesses estadunidenses, principalmente neste período de crise mundial continuada. Evidência disso é que, mesmo com a divisão internacional do trabalho empurrando o Brasil para a produção de commodities, os EUA se beneficiaram em 2019 com a política externa imbecil de Bolsonaro, e ampliaram sua exportação de soja para a China no vácuo por nós deixado. Ao fim e ao cabo, temos o cenário atual, em que a participação da indústria é diminuta (e cada vez menos complexa), os serviços são cada vez menos sofisticados e o setor primário é o salvador da balança comercial. Entretanto, seja no setor da indústria, seja nos serviços, na agropecuária, no mundo financeiro, é imprescindível não perder de vista o caráter dependente e simultaneamente associado de nossa burguesia nativa em relação ao imperialismo. Ela se desenvolveu como “sócia-menor” dos empreendimentos do capitalismo central em nosso país, e desde o golpe de 64 o imperialismo é o setor hegemônico do bloco de forças dominantes no Brasil. Sendo dependente, nossa burguesia articula internamente sua dominação de modo a sufocar as classes subalternas, tanto econômica quanto politicamente, em patamares muito mais intensos do que é necessário no “centro”. Sendo associada, a burguesia nativa brasileira está confortável com essa situação de subordinação, e não possui qualquer projeto como classe para alçar o Brasil a uma condição de capitalismo autônomo, tecnologicamente avançado. Assim, o desenvolvimento tecnológico e em escala de nossa indústria deve ser visto como mais um dos momentos internos ao processo de revolução socialista no Brasil. Trata-se de mais uma das “tarefas nacional-populares”, junto às reformas agrária, urbana, educacional, tributária etc. que a burguesia nativa, diferentemente de suas congêneres europeias, não precisou realizar para instalar sua dominação. Ao contrário de interditá-las por definitivo, a burguesia na verdade joga tais tarefas para as classes subalternas, que deverão cumprí-las no percurso do processo radical de transformação social – como momento interno, e, portanto, não como etapas precedentes – que irá destruir a dominação burguesa (interna e externa) em nossas terras e construir um Brasil livre, soberano, popular e socialista!
The dietary supplement beta-hydroxy-beta-methylbutyrate (HMB) is claimed to increase strength, lean body mass, and decrease fat mass when used in conjunction with resistance training. Although there is some support for these claims, the evidence is not conclusive, and it is even less so for resistan … Contáctanos Correo electrónico Política de cookies. Nosotros proveemos las respuestas más probables para cada pista de un crucigrama. Sin duda, podría haber otras soluciones para Figura que consiste en aumentar o disminuir exageradamente lo que se expresa.Si descubres alguna de ellas, por favor envíanosla y la agregaremos a nuestra base de datos de pistas y soluciones, así otros ... Aumentar e diminuir gradualmente; Desativar o som e ajustar o volume; Formatos de importação suportados: MP3, WAV, OGG; formato de exportação: WAV Editor de áudio baseado na Web Aplicativo da Web on-line, não é um programa de desktop, não é necessário baixar, instalar o software. Abra o navegador para usar. Aumentar y disminuir sangría en Word. Los comandos Disminuir y Aumentar sangría son una herramienta que te permite indentar un texto rápido y fácilmente. El comando Aumentar sangría mueve el texto seleccionado 1.27 centímetros a la derecha cada vez que haces clic sobre él. Evita la tensión en tus ojos usando la función de acercar o alejar de tu computadora para examinar páginas web, sin tener que entrecerrar los ojos o conseguir una lupa. Puedes acercar la imagen para ver un texto más grande o examinar los gráficos de cerca o bien alejarla para ver una porción de la ...
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