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Falsos positivos: Um perigo para a política portuguesa

Ter um conhecimento de estatística é decisivo na compreensão do mundo. Permite-nos inferir a probabilidade de um evento, ter confiança em fazer certas afirmações e comprovar, ou desmentir, concepções sobre a realidade em que vivemos.
Ao longo deste texto irei ilustrar os conceitos de falso positivo e falso negativo e a sua relação com a política nacional. Principalmente o efeito de apelidar alguém de fascista, racista, comuna, etc. e cometer um falso positivo (quando não o são) ou não apelidar e cometer um falso negativo (quando o são).
Previsão binária: Falso positivo e falso negativo
Se ao prever uma variável contínua (como a % de votos de um partido) é possível apresentar um intervalo de valores, ao prever uma variável discreta apenas podemos dar um valor. Imaginemos que queremos inferir se alguém é proprietário de automóvel, podemos perguntar-lhe o seu rendimento, trabalho, entre outros factores, mas no final teremos sempre de dizer sim ou não.
Isto significa que caso o modelo não seja perfeito (que não é) iremos fazer erros. No exemplo do automóvel seria dizer que alguém o tem, quando não o tem (um falso positivo) ou dizer que não o tem, quando o tem (um falso negativo).
A proporção de falsos negativos e positivos é algo que o modelador pode controlar dependendo dos seus objectivos.
Imaginemos uma operadora telefónica que pretende dar uma promoção a clientes que estivessem em risco de mudar para outra, com base no consumo do último mês de cada cliente. Se a empresa todos os meses perdesse 10% de clientes e desse a promoção a todos teria 90% de falsos positivos mas também conseguiu atingir todos os 10% de clientes. Se fosse mais restrita e só desse aos clientes cujo consumo caiu para menos de metade, se calhar apenas teria 30% falsos positivos mas também só atingiria 5% dos 10% que está em risco.
A escolha da empresa vai depender dos custos e benefícios da promoção. Se recuperar um cliente em risco tiver um alto valor e o desconto for baixo a empresa não se importará de errar mais vezes (ter mais falsos positivos) para conseguir ter o maior número de verdadeiros positivos.
A evolução da aceitação do falso positivo na política portuguesa
Quando alguém apelida outrem de fascista (ou outro chavão semelhante) fá-lo por dois motivos: 1) para silenciar a voz do outro, independentemente dele ser ou não; ou 2) uma ou mais características da outra pessoa levantou a suspeita que seja verdadeiramente fascista.
O grupo de pessoas que o faz pelo primeiro motivo é, regra geral, bem diferente do grupo que o faz pelo segundo. Grupo A - Quem usa um chavão para silenciar é usualmente um extremista ideológico cujo objectivo não é o diálogo e a busca da verdade, mas apenas avançar a sua ideologia. Este grupo é pequeno na sociedade mas muito vocal, aparentando ter mais peso do que tem. Grupo B - Por outro lado, quem apelida outrem de um chavão pelo segundo motivo não o faz com o intuito de atacar ou silenciar a outra pessoa para promover as suas ideias. Simplesmente achou que dada a informação presente é razoável fazer essa inferência. Este grupo corresponde à maioria da população.
Estes dois grupos, apesar de diferentes, influenciam a forma como o outro actua e a sua credibilidade. Se o grupo B achar que o custo de identificar erroneamente alguém como racista, fascista, ou outro termo for demasiado elevado, vai reduzir o uso dos chavões para indivíduos ou organizações que não quase não deixem dúvidas que são um desses termos.
Esta aversão ao falsos positivos é contraproducente para o grupo A. Quanto menos o grupo B usar os termos menos credibilidade têm as tentativas do grupo A de silenciar o discurso dos seus oponentes ao apelidá-los de fascista, racista, etc. (Se forem sempre os mesmos a gritar "Lobo!" a torto e a direito o resto da sociedade deixa de acreditar neles)
Isto significa que é do total interesse do grupo A manipular a percepção do grupo B dos potenciais custos/benefícios de usar o termo e também da probabilidade de erro.
Em Portugal as atitudes do Bloco de Esquerda e das pessoas simpatizantes com a sua ideologia estão totalmente alinhadas com o grupo A do texto que expus. Usam estes termos com uma frequência anormal, quer no parlamento como fora dele: em discursos, campanhas, manifestaçõe. Na grande maioria com uma clara vontade de silenciar o discurso dos seus oponentes políticos
Simultaneamente, ao longo das últimas décadas têm feito iniciativa atrás de iniciativa com o objectivo de normalizar na sociedade portuguesa o uso destes termos:
Este esforço de mudar a percepção da sociedade não foi combatido devidamente. Entre outros factores, o estigma do Estado Novo era alto quando este processo se iniciou fazendo com que o termo fascista tivesse uma carga emocional mais alta que noutros países (e mesmo hoje continua alta).
Dito isto, identificar os tais racistas e fascistas (evitar falsos negativos) é importantíssimo. A evidência histórica aponta que quando estes são deixados livres para se organizarem e promoverem as suas ideias as consequências sociais são devastadoras.
Impacto dos falsos positivos na política portuguesa
A situação actual é perigosíssima para a nossa democracia. A esquerda portuguesa conseguiu, em conivência com os sectores moderados da sociedade positiva, transformar acusações sérias numa forma fácil e eficaz de desligar o debate político. Entre os potenciais perigos vejo os seguintes como mais relevância:
A European Commission report in December noted that between 2015-2016, Portugal had a higher proportion of labor trafficking victims per one million of the population than any other European state barring Malta. In fact, the Commission found that an estimated 65 percent of human trafficking victims in Portugal fall victim to labor exploitation. https://www.infomigrants.net/en/post/15188/human-trafficking-on-the-rise-in-portugal
Existirão mais pontos negativos mas estes são dos mais preponderantes. Caso alguém tenho outros em mente, convido-o a partilhá-los nos comentários
Conclusão
Creio que à luz da situação actual devemos ter uma atitude não complacente com o perpetuar dos falsos positivos ao nível que temos visto. Se nós, o grupo B, se demarcar deste novo normal talvez ainda seja possível e os perigos que elenquei talvez possam ser evitados ou minimizados
O truque é encontrar o equilíbrio nos custos e benefícios. Ou seja: garantir que minimizamos o número de racistas e fascistas que passam desapercebidos, mas ao mesmo tempo evitar que isso exija um custo social excessivamente alto. Sacrificar 1 "homem bom" para identificar mais 1 fascista tem um custo benefício diferente que sacrificar 100 "homens bons" para identificar mais 1 fascista. Por outras palavras penso que temos de encontrar um ponto onde a sociedade conseguiu identificar a grande maioria dos extremistas mas não pôr em causa a democracia e a unidade nacional para conseguir reduzir em meia dúzia os falso negativos.
Pedia, como sempre faço, que quem comente o faça de forma educada, sem insultar outros utilizadores e com respeito para os demais.
submitted by aquele_inconveniente to portugal [link] [comments]

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Afrodite e os clichês da representação transfeminina na mídia

Há alguns dias, a Shell lançou uma nova campanha publicitária para sua marca Rímula, de lubrificantes para caminhões. A série, chamada De Causo em Causo, fala em "histórias inusitadas e inspiradoras de caminhoneiros para mostrar que suas vidas vão muito além das estradas". E o primeiro filme traz uma mulher trans: Afrodite, que é caminhoneira, tem 70 anos, e três de transição.
++ https://www.youtube.com/watch?v=uCLwdjiEgD4
Que fique muito claro já de saída: é absolutamente louvável a atitude da Shell. Num momento político onde campanhas que retratam diversidade são censuradas, insistir em pautas de apoio LGBT+ é ainda mais importante. E essa é uma marca que atua em segmentos bastante sexistas, o que demonstra coragem e compromisso extra. Então, nesse sentido, parabéns ao marketing da Shell e à Wunderman, que assina a criação do filme.
Dito isso, o comercial é um arquétipo dos clichês sobre mulheres trans mais batidos possíveis, e de mau gosto, repetidos pelo jornalismo e pela publicidade. Podemos analisar decupando a peça:
1 - De cara, na cena de abertura: o documento masculino. Salta aos olhos a foto de um senhor grisalho, de nome Heraldo. No áudio, uma voz em off pergunta o nome da pessoa, e a resposta vem incongruente: "Afrodite". O artifício é absolutamente comum nas mais diversas representações sobre pessoas trans: demonstrar a imagem e o nome antigos. O efeito é, no mínimo, dúbio; e isso se traduz no que a filósofa Talia Bettcher descreve como um sistema de contraste entre aparência e realidade, usado para deslegitimar pessoas trans: enquanto a voz diz um nome feminino, o documento oficial afirma o contrário. A voz diz "mulher", mas a imagem diz "na verdade eu sou um homem". Embora o filme como um todo acabe apoiando a autodeterminação de gênero, quando colocado dessa forma, contradiz a importância e o efeito desse conceito; para o olhar preconceituoso, a resposta falada é mera aparência, enquanto o documento oficial é a realidade.
A bióloga e ativista trans Julia Serano também ressalta os efeitos desse tipo de cena: mostrar o nome e as fotos antigas permite ao público cissexista continuar privilegiando o sexo designado ao invés da identidade de gênero inata. De forma bastante cômoda, a cena permite à matéria ou comercial parecerem, de um lado, inclusivos; e de outro, confirmam aos anti-LGBT+ que as identidades trans são apenas "da boca pra fora".
2 - A câmera abre para revelar o rosto de Afrodite. Embora na minha opinião ela seja linda e aparente ser muito mais jovem do que é, a sombra de barba e a maquiagem pesada reforçam um imaginário onde uma pessoa trans é necessariamente o encontro entre dois gêneros; uma soma em que o resultado é um terceiro gênero distinto. Pode ser o caso para algumas identidades não-binárias, mas para outros, não. Ora, a qualidade da produção não deixa dúvidas de que a Wunderman poderia ter disponibilizado uma maquiadora para Afrodite, que teria lhe deixado mais natural e escondido a sombra dos pêlos faciais. (Que não se confunda respeito com hegemonia; nada errado em ter sombra de barba, ou barba, ou a configuração que houver. Mas num filme que retrata a vaidade e a feminilidade de uma mulher trans binária, se trata de cortesia.)
3 - Vemos objetos estereotipicamente associados à feminilidade, como um colar, esmalte, maquiagens. Afrodite pega um batom e o aplica usando o espelho do caminhão. Esse é outro clichê cansado da mulher trans na mídia: sempre há a cena do maquiar diante do espelho. Sem saber como retratar o feminino, publicidade e jornalismo buscam com essa cena recorrente continuar o enfoque na transformação sensacionalista: a história de alguém cruzando do ponto A para o B, realizando uma mudança considerada anormal, talvez chocante, às vezes quase impossível; um chamariz de audiência, que Serano compara aos reality shows de perda de peso, ou que mostram cirurgias estéticas, ou mudanças radicais de estilo. Basta olhar para a grade de programação de qualquer canal de TV a cabo que exiba reality shows: transformação improvável/impossível é um estilo que fetichiza o esforço de um terceiro que se dispõe a compartilhar uma metamorfose que, às vezes, é muito dolorida.
Além disso, Serano também aponta que a cena-clichê objetifica o corpo trans e reforça a feminilidade como algo construído; e mais, como algo artificial, aplicado sobre, uma frivolidade. Dessa forma, a mídia "neutraliza a ameaça potencial que as feminilidades trans impõem à categoria 'mulher'". Nas matérias e comerciais, a cena da mulher trans se maquiando é a cena onde se estabelece a mudança: a sequência entre a foto de Afrodite na CNH, e ela passando batom e rímel; mais uma vez o contraste realidade-aparência apontado por Bettcher. Não basta ser, é preciso "vestir" a identidade diante da câmera, como algo que se remove no banho, no apagar das luzes, no final do comercial. A noção do feminino como um construto, ou performance, vem sendo criticada desde o final dos anos 90 por acadêmicos dos trans studies como Prosser, Halberstam, Namaste, Whittle e muitos outros.
4 - Afrodite fala do seu passado e as profissões que teve, enquanto vemos fotos dela como homem. Corta para ela mexendo no seu caminhão. De todos os causos que uma caminhoneira de 70 anos deve ter, a criação da Wunderman selecionou uma passagem em que ela conta que teve uma malharia, e, com sua voz masculina, diz que "fabricou suas próprias calcinhas e bustiês". Mais uma vez o aspecto sensacionalista da transformação, da construção da feminilidade como artificial e frívola, fica escarrado.
5 - Vemos Afrodite caminhando de costas, falando ao telefone com a filha. A câmera foca nos saltos: altíssimos. Uma bela sandália, mas duvido que ela dirija seu caminhão neles. É compreensível que, diante do prospecto de aparecer num filme comercial, Afrodite queira estar bonita. Mas não se pode ignorar que, para um grupo que precisa constantemente se defender das acusações de fetichismo e autoginefilia, a direção de cena, que mostra em sequência CNH masculina, aplicação de maquiagem, fotos do passado, e salto alto, faz pouco além de continuar os mesmos clichês de construção artificial do feminino.
Na narração, Afrodite diz que se sentiu muito realizada ao ser pai, pois se identificou muito com sua filha. O filme fornece munição a terfs e radfems: a realização humana do pai como projeção de seu gênero na filha. Em que pese a escolha por esse causo mostre um momento importante de sua história, chama a atenção que o texto selecionado seja esse viver através do outro.
6 - Alternam-se imagens do rosto de Afrodite e de uma filmagem do passado, onde, como homem, pescava num barco. A narração fala de quando seu gênero incongruente morre, e nasce o congruente. O contraste entre as personas segue reforçando o aspecto sensacionalista da transformação. Afrodite diz que desde que nasceu, "nunca mais colocou nenhuma roupa masculina"; é a continuação do foco na roupa, na maquiagem, no saltão -- que aparece mais uma vez em close, quando ela entra em um bar. Muito certa está ela em se orgulhar de ter se livrado dos códigos de vestuário opostos, mas no contexto do comercial, sua identidade acaba reduzida a uma questão de guarda-roupa.
7 - Afrodite ajeita o colar, enquanto diz que não é um caminhoneiro que virou caminhoneira, mas que estava presa num corpo de homem. Aqui é onde a produção enfim se revela cruel: embora ela deixe claro como vê sua transição, o filme mostra exatamente o oposto -- como sua identidade foi construída com batom, rímel, salto exagerado, colar, menção à calcinhas, e projeção na filha. No 1'20 do filme, nenhuma cena faz juz à declaração final de Afrodite.
Poderia ainda criticar a escolha por destacar na edição de áudio a narrativa de corpo errado, que é hegemônica e por isso responsável por muita confusão e anos perdidos por pessoas trans que, ao questionar, não tem a mesma experiência e por isso duvidam serem trans. Mas como é a experiência dessa mulher, que se respeite.
8 - Ao final, Afrodite diz que venceu muitos preconceitos, e hoje é muito feliz. E eu fico feliz por ela, e que os criativos tenham terminado com uma mensagem impactante; clichê que seja, nada é mais forte (e incômodo, para alguns) que a felicidade alheia.
Não se trata aqui de condenar a Wunderman ou a Shell pela forma como utilizaram a imagem de uma pessoa trans pra vender lubrificante de caminhão. Nesse momento, apoio à diversidade é essencial e se traduz em incentivos éticos poderosos; e seja como for, mostrar a história de uma caminhoneira trans que transiciona aos 67 tem efeitos decididamente positivos. Mas já passou a hora da publicidade e o jornalismo repensarem a maneira de retratar as histórias de mulheres trans. É preciso mais atenção à multiplicidade de narrativas; mais respeito aos testemunhos destas pessoas; mais decoro na demonstração dessas trajetórias; mais dignidade e contemporaneidade ao retratar o feminino.
Referências:
BETTCHER, Talia. Appearance, reality and gender deception. In: MURCHADHA, Felix (ed.). Violence, victims, and justifications. New York: Peter Lang Press, 2006. p. 174-200.
BETTCHER, Talia. Trapped in the Wrong Theory: Rethinking Trans Oppression and Resistance. ​Signs, Journal of Women in Culture and Society. Chicago, v. 39, n. 2, 2014.
HALBERSTAM, Jack. Trans: a quick and quirky account of gender variability. Oakland: University of California Press, 2018.
SERANO, Julia. ​Whipping Girl: A Transsexual Woman on Sexism and the Scapegoating of Femininity. 2 ed. Nova Iorque: Basic Books, 2016. Edição do Kindle.
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